11 de maio de 2010
Descoberta vala comum na Sérvia
10 de maio de 2010
"Talking City" - São Petersburgo, na Rússia
Hungria - A tentação da extrema-direita
Fonte: Euronews
Acidente em mina de carvão na Sibéria mata mais de dez pessoas
Fonte: Euronews
Russos mobilizam-se para festa nacional - 9 de Maio
5 de maio de 2010
Karl Marx: Tréveris (Alemanha), 5 de Maio de 1818 – Londres, 14 de Março de 1883
Para uma informação mais detalhada : http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx (em inglês)
3 de maio de 2010
Filme histórico: "Burnt by the Sun II"
http://pt.euronews.net/2010/04/30/drama-burnt-by-the-sun-2/
Fonte: Euronews
1º de Maio - Dia do Trabalhador na Rússia: Manifestações decorreram de forma pacífica
30 de abril de 2010
Anúncio da Embaixada da Polónia em Portugal: Aniversário da Constituição de 3 de Maio
Хорошие новости - Teatro Bolshoi reabre após cinco anos de restauro
Teatro Bolshoi em MoscovoA pressa nesta pré-abertura justifica-se pelo facto de a praça diante do monumental edifício ser o local de concentração dos veteranos da segunda guerra mundial.
29 de abril de 2010
Reaproximação de relações entre a Rússia e a Polónia?
Tratam-se de textos até então secretos, sobre o massacre de oficiais polacos em 1940 em Katyn por parte da polícia política de Stalin, que muito têm envenado as relações entre os dois países.
Estes documentos foram desclassificados em Setembro de 1992 e por ordem do presidente Boris Yeltsin as cópias foram transmitidas à parte polaca.
Os russos ainda não reconheceram oficialmente o crime cometido em Katyn como um massacre.
Primeiro, o regime soviético atribuiu as mortes aos nazis, mas ainda há um impasse sobre a “descrição legal do crime”. Vladimir Putin, ao assumir o poder, endureceu novamente a posição de Moscovo.
O primeiro ministro chegou a dizer que se tratava de um “crime político”. Em 2008, jornais russos chegaram a atribuir o crime mais uma vez à Alemanha de Hitler.
28 de abril de 2010
World Press Cartoon - caricatura de Vladimir Putin conquista 1º Prémio

Na categoria de Cartoon Editorial, destinado a premiar trabalhos sobre a actualidade, o mexicano Boligán conquistou o primeiro lugar com «Yes we can», enquanto os brasileiros Jarbas e Cau Gomez arrecadaram respectivamente o 2º e o 3º prémio com «Destruição de Florestas» e «Google…» Em Desenho de Humor, o grande vencedor foi o iraniano Hassan Karimzadeh com «Controvérsia». Em segundo lugar ficou o trabalho «Guerra», do brasileiro Dalcio. Pela primeira vez, um artista africano recebe um prémio no World Press Cartoon, o 3º prémio de Desenho de Humor, que foi entregue a Pov, de Madagáscar. Venceu com o desenho «Natal», publicado num jornal dominical das Ilhas Maurícias.
Kaczyński quer substituir Kaczyński
O irmão gémeo do presidente Lech Kaczyńsky – morto a dez de Abril num acidente de avião – deixou o suspense em aberto até à última hora. O anúncio foi feito esta segunda-feira, o último dia para a apresentação das candidaturas.
Numa declaração publicada no sítio da Internet do seu partido – Direito e Justiça (PiS) – Jaroslaw explicou que se candidata pela Polónia, apesar da “tragédia pessoal”.
A morte de Lech Kaczyńsky abalou o país. Alguns analistas dizem que a tragédia poderá ter um peso na campanha e influenciar o eleitorado.
Inseparáveis, os gémeos Kaczyński chegaram juntos às cadeiras do poder. Estudaram Direito e militaram na oposição comunista. Em 2005, Lech foi eleito presidente; Jaroslaw foi primeiro-ministro de Julho de 2006 a Novembro de 2007.
Aos 60 anos, Jaroslaw Kaczyński, quer herdar o testamento político do irmão. Tem pela frente Bronislaw Komorowski, o candidato do partido liberal Plataforma Cívica e favorito na eleição, segundo as sondagens.
A dez de Abril, 96 pessoas – entre as quais o presidente polaco e várias personalidades políticas e militares – morreram num acidente de avião, na Rússia.
Bronislaw Komorowski assumiu a presidência interina e é o candidato da coligação centrista do primeiro-ministro Donald Tusk. As sondagens apontam Komorowski como o vencedor, com uma larga vantagem sobre Kaczyński, o líder da oposição conservadora. A Polónia vai a votos a 20 de Junho.
“Chernobyl continua a ser uma ameaça”, afirma Ianukovich
Estima-se que 600 mil pessoas tenham participado na cobertura do reactor. 25 mil terão morrido.
Foi há 24 anos que o reactor número quatro da central nuclear de Chernobyl, a norte da capital ucraniana, explodiu. O acidente lançou para a atmosfera 200 toneladas de material radioactivo, que atingiu principalmente a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia.
Apesar da catástrofe, a central só foi fechada há dez anos. Hoje, a protecção que envolve o reactor número quatro apresenta brechas e é necessária uma nova cobertura.
O presidente da Ucrânia, Viktor Ianukovich , afirmou que o reactor continua a ser uma “ameaça para a Ucrânia e para os países vizinhos”. Por isso, pediu à comunidade internacional uma ajuda adicional de 400 milhões de euros para o projecto de reforço da protecção do reactor. Cerca de mil milhões já foram angariados.
As cicatrizes da catástrofe continuam bem presentes. A apenas dois quilómetros da central, a cidade de Pripyat é um lugar fantasma.
De acordo com as autoridades ucranianas, o acidente custou mais de cem mil vidas. A Greenpeace fala em 200 mil.
Fonte: Euronews
Ucrânia: Oposição ataca governo com ovos
O presidente da Assembleia teve de proteger-se com guarda-chuvas, enquanto nas bancadas os parlamentares trocavam socos.
A tensão entre oposição e governo na Ucrânia está ao rubro. Em causa, a ratificação de um acordo sobre a presença, até 2042, da frota russa do Mar Negro na Crimeia – sul da Ucrânia – em troca de gás mais barato.
O acordo acabou por ser aprovado pelos deputados da coligação de Ianukovich, com 236 votos a favor. Enquanto uns aplaudiam, os outros rebelavam-se. Para a oposição, trata-se de uma ameaça à soberania ucraniana.
No exterior, o ambiente era igualmente tenso… De um lado, uma manifestação em protesto contra o acordo. Do outro, uma contra-manifestação a favor.
O cenário completou-se com um forte dispositivo de segurança, para tentar manter a ordem…
Rússia e Noruega põem fim a diferendo de 40 anos
O anúncio foi feito pelo chefe de Estado Russo no segundo dia da visita a Oslo. Em conferência de imprensa, Dmitri Medvedev, referiu que mais que definir uma linha de fronteira se trata de desenvolver uma relação de boa vizinhança.
O acordo prevê que a Rússia e a Noruega partilhem em partes quase iguais os cerca de 175.000 quilómetros quadrados deste território, rico em petróleo e gás natural.
Desde 1970, que a Noruega e a União Soviética, agora a Rússia, tentam chegar a um entendimento para partilhar esta área cerca metade do tamanho da Alemanha situada entre as zonas exclusivas dos dois países.
Estima-se que mais de 20% das reservas globais de hidrocarbonetos não explorados se encontrem no Árctico.
26 de abril de 2010
Chernobyl - 24 anos depois
Uma visita à central comprova-o. Um soldado aponta para o medidor de radioactividade que indica valores largamente superiores aos considerados seguros.
Apesar da catástrofe, a central só foi fechada em 2000. Hoje é um lugar fantasma. O sarcófago que cobre o reactor 4 foi concebido para durar 20 a 30 anos. Os especialistas alertam para a urgência de o voltar a isolar.
Duas empresas francesas vão construir uma nova protecção através de um fundo internacional de mais de 400 milhões de euros.
Numa onda de solidariedade com as vítimas de Chernobyl e para protestar contra a energia nuclear, mais de cem mil pessoas fizeram uma cadeia humana na cidade alemã de Hamburgo, este sábado. Os organizadores denunciaram o adiamento do fecho de 17 centrais nucleares germânicas para depois de 2020.
A explosão de 26 de Abril de 1986, em Chernobyl – a norte da capital ucraniana – causou uma nuvem radioactiva que atingiu, sobretudo, a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de quatro mil pessoas morreram devido à exposição às grandes quantidades de radiação emitidas pela central. Mas estima-se que 400 mil pessoas continuem afectadas pelos efeitos da explosão.
23 de abril de 2010
Polónia vai às urnas a 20 de Junho
O Presidente interino surge como o grande favorito à vitória, numa corrida em que também participa o irmão do defunto Presidente Lech Kaczynski, Jaroslaw. De acordo com uma sondagem recente, o chefe de Estado interino ganharia a segunda volta com 55% dos votos derrotando Jaroslaw Kaczynski que obteria apenas com 32%.
Cerca de milhão e meio de pessoas vindas de toda a Polónia despediu-se no passado fim-de-semana, em Cracóvia, do presidente e da primeira.
Apesar da polémica as urnas foram depostas na Cripta da Torre dos Sinos de Prata um lugar altamente simbólico, onde se encontram as figuras de maior relevo da História da Polónia.
22 de abril de 2010
IndieLisboa - filme sobre a Guerra dos Balcãs
Ficção, França 2009, 78', 35mm
Argumento: Goran Devic, Marie Hélia, Zvonimir Juric
Fotografia: Branko Linta, Paris-Brest
Productions Música: Jura Ferlina, Pavao Miholjevic
Som: Dubravka Premar, Henri Puizillout
Montagem: Paris-Brest Productions, Vanja Sirucek
Com: Andrés Pazos (Jacobo Köller), Christophe Salengro, Emir Hadžihafizbegovic, Ivo Gregurevic, Krešimir Mikic, Nikša Butijer, Rakan Rushaidat, Saša Anocic, Stjepan Pete, Vincent Tavier
Produtor: Ankica Juric Tilic
Produção: HRT, Kinorama
Sinopse:
"As tréguas foram assinadas recentemente e o esquadrão conhecido por The Blacks, que costumava fazer todo o “trabalho sujo”, precisa de ser dissolvido. Apesar do cessar-fogo, Ivo, o líder que perdeu três dos seus soldados, prepara uma operação para recuperar esses cadáveres, que estão numa floresta minada. Os membros do esquadrão que sobreviveram, torturados pelas suas dúvidas pessoais e pela culpa, entram em acção. A dupla de realizadores-argumentistas utiliza uma estrutura de inversão, começando com a missão que acaba em tragédia ao fim de 20 minutos, para regressar ao dia anterior e explicar o que os levou até ali. O filme vai da tentativa de resgate até um retrato mais profundo dos demónios interiores presentes nestes soldados: parecem tão atormentados quanto os que torturaram e mataram num sítio a que chamam “a garagem”. No campo de batalha, descobrem que o inimigo que procuram está no sítio onde eles menos esperam: dentro de si próprios".
Um acordo sem precedentes entre Kiev e Moscovo
Esse é pelo menos o compromisso do primeiro ministro russo anunciado esta quarta-feirta marca o reínico de boas relações entre Moscovo e Kiev desde a chegada ao poder de Viktor Yanukovich em Fevereiro último.
O gaz esteve no centro das conversações na primeira visita oficial à Rússia do recém eleito presidente ucraniano.
Actualmente a Rússia cobra 334 dolares por cada mil metros cúbicos de gaz, com este acordo a redução do preço deverá ser de 30%.
Por ser local de passagem para os gasodutos russos para a Europa, Kiev tenta sempre negociar gás mais barato à Rússia.
Em 2005, a Rússia começou a mudar radicalmente os preços do gás natural vendido na Ucrânia.
Os dois países não foram capazes de chegar a acordo para resolver a disputa e a Rússia cortou as exportações de gás à Ucrânia em 2006, o que afectou vários países europeus.

